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domingo, 6 de julho de 2025

Irã abre discordância no Brics por se recusar a apoiar existência do Estado de Israel

O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi
O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, expressou uma divergência do país em relação à Declaração de Líderes do Brics, adotada neste domingo, dia 6. O país decidiu reafirmar sua histórica oposição à existência do Estado de Israel, e o apoio a um Estado Palestino único.

“A República Islâmica do Irã expressa reservas à ideia de dois Estados proposta na declaração final dos líderes do Brics e registra suas reservas enviando uma nota”, disse Araghchi, no que a diplomacia costuma considerar uma explicação de voto em separado. A declaração final do Brics repetiu a histórica proposta de apoio à existência de dois Estados.

Ao apresentar a nota, o chanceler formalmente deixou de impedir uma declaração de consenso entre o Brics, o que seria um sinal de mais desacordo ainda no grupo e um fracasso diplomático para o Brasil.

Ele representou o presidente Masoud Pezeshkian, que não viajou ao Rio de última hora por causa do conflito com Israel. O Irã já tinha reservado 70 quartos de hotel para a delegação presidencial, em três andares do Windsor, na Barra da Tijuca.

Durante almoço de trabalho com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o chanceler iraniano expressou a posição do país sobre a questão palestina e pediu que os chefes de Estado e de governo fossem “realistas” e observassem a situação no terreno.

“Todos sabemos que, enquanto a questão palestina não for resolvida de forma justa, seu direito à autodeterminação não for garantido e os crimes do regime sionista contra os palestinos não forem interrompidos, a insegurança e a tensão não acabarão em nossa região e a paz e a estabilidade não serão estabelecidas”, disse o ministro.

“A solução de dois Estados, que vem sendo repetida há anos, não chegou a lugar nenhum, e está claro para todos que o próprio regime israelense é o maior obstáculo para sua concretização. Por favor, sejam realistas. Observem a situação”, afirmou o chanceler.

Ele recordou que desde a discussão da partilha da Palestina, nas Nações Unidas, seu país vota contra. Essa é também a posição oficial adotada pela revolução islâmica, que trata o país como “regime sionista” ou “entidade sionista”, tamanha a rivalidade.

“A República Islâmica do Irã considera que uma solução justa para a Palestina seria um referendo com a participação de todos os habitantes originais da Palestina, incluindo judeus, cristãos e muçulmanos, e esta não é uma solução irrealista ou inatingível”, afirmou.

A maior autoridade da diplomacia iraniana comparou a situação ao fim do apartheid na África do Sul, quando “surgiu um Estado democrático” com a convivência pacífica de negros e brancos. “Em nossa opinião, o mesmo padrão deve ser repetido na Palestina. A solução de dois Estados não funcionará, assim como não funcionou no passado”, afirmou.

“Em nossa opinião, a solução deve ser a formação de um Estado único e democrático, no qual os principais habitantes da Palestina, incluindo judeus, muçulmanos e cristãos, vivam juntos em paz, e esta é a maneira de garantir a justiça, pois sem justiça, o problema palestino não será resolvido, e sem resolver o problema palestino, outros problemas na região não serão resolvidos”, disse.

Em outro discurso, o ministro agradeceu aos líderes do Brics por elevarem o tom e passarem a condenar os bombardeios promovidos por Estados Unidos e Israel.

“Gostaria de expressar minha sincera gratidão aos estimados membros do Brics que, cientes de sua grave responsabilidade pela paz e segurança internacionais, condenaram os atos de agressão contra meu país por dois regimes nucleares desde 13 de junho”, disse o ministro.

Felipe Frazão/Estadão

terça-feira, 24 de junho de 2025

Pregador Jimmy Swaggart segue internado em grave estado de saúde

Foto: Reprodução
O televangelista norte-americano Jimmy Swaggart permanece hospitalizado em estado grave desde que foi internado após sofrer uma parada cardíaca no domingo, 15 de junho. Segundo familiares, o pregador de 90 anos não apresentou nenhuma melhora clínica significativa e permanece inconsciente na unidade de terapia intensiva (UTI).

Na manhã da última segunda-feira, 23 de junho, um porta-voz da família Swaggart informou em nota breve que “não houve nenhuma mudança” no estado de saúde do evangelista. A mesma informação foi reiterada em publicação oficial feita na página de Jimmy Swaggart no Facebook, que também pediu orações: “Continuem a orar por ele e a acreditar em Deus por um milagre — mas, acima de tudo, confiamos na vontade perfeita do Senhor”.

O filho do pregador, Donnie Swaggart, comunicou à congregação do Family Worship Center, em Baton Rouge, Louisiana, que encontrou o pai desacordado em casa ao lado do neto de Swaggart. A informação foi divulgada durante o culto do próprio dia 15 de junho. Segundo ele, o avivador não recobrou a consciência desde então.

No culto realizado na quarta-feira, 19 de junho, Donnie afirmou que a situação permanece “em espera”. Em sua declaração pública, ele destacou: “Não questionamos Deus, não culpamos Deus, não discutimos com Deus. Sempre queremos que Deus faça as coisas imediatamente e de acordo com a nossa agenda. Mas os caminhos de Deus não são os nossos”.

No culto realizado na quarta-feira, 19 de junho, Donnie afirmou que a situação permanece “em espera”. Em sua declaração pública, ele destacou: “Não questionamos Deus, não culpamos Deus, não discutimos com Deus. Sempre queremos que Deus faça as coisas imediatamente e de acordo com a nossa agenda. Mas os caminhos de Deus não são os nossos”.

Carreira de sucesso, crise e reconstrução

Nascido em 1935, Jimmy Swaggart ganhou notoriedade nas décadas de 1970 e 1980 como um dos principais nomes do televangelismo nos Estados Unidos. Ele é primo do músico Jerry Lee Lewis e iniciou sua carreira como ministro ordenado das Assembleias de Deus, a maior denominação pentecostal do país.

Seu ministério se destacou pelas transmissões de rádio e televisão, que alcançaram grande audiência nacional e internacional. Swaggart era conhecido por organizar cruzadas evangelísticas com grande presença de público e por suas mensagens centradas na salvação e no poder do Espírito Santo.

Contudo, em 1988, a carreira do evangelista sofreu um abalo com a revelação de que ele havia se envolvido com uma prostituta. O escândalo resultou em sua destituição oficial pelas Assembleias de Deus. Em resposta, Jimmy Swaggart fez uma confissão pública amplamente divulgada, na qual declarou: “Eu pequei”.

Na ocasião, ele afirmou diante de sua congregação: “Não tenho ninguém além de mim para culpar. Não coloco a culpa ou a culpa da acusação em ninguém. Pois ninguém é culpado além de Jimmy Swaggart. Eu assumo a responsabilidade. Eu assumo a culpa. Eu assumo a culpa”.

Ele também se dirigiu a outros evangelistas da televisão: “Aos meus colegas ministros de televisão e evangelistas, vocês que já estão carregando um fardo quase insuportável, para continuar a contar a grande história do amor de Jesus, eu tornei o fardo de vocês mais pesado e os magoei. Por favor, me perdoem por pecar contra vocês”.

Apesar das consequências institucionais, Jimmy Swaggart manteve sua atuação no ministério. Em 2010, lançou oficialmente a SonLife Broadcasting Network, canal dedicado à programação religiosa e evangelística. A rede continua ativa e é administrada com o apoio de familiares e membros de sua igreja local.

Até o momento, não foram divulgadas novas atualizações médicas sobre o estado clínico do evangelista. Familiares e membros da congregação seguem pedindo orações pela sua recuperação, de acordo com informações do portal The Christian Post.

sábado, 24 de dezembro de 2022

Mulher é presa por orar em silêncio em frente à clínica de aborto: ‘Está orando?’

Uma mulher chamada Isabel Vaughan Spruce foi surpreendida durante uma abordagem policial, enquanto fazia uma oração em frente a uma clínica de aborto, silenciosamente. “Você está orando?”, questionaram os agentes de segurança.

A mulher, que é pró-vida, foi acusada de violar uma Ordem de Proteção do Espaço Público que proíbe a prática de atividades que possam “constranger” as mulheres que desejam tirar a vida dos seus bebês no útero, abortando a gestação.

O que mais chamou atenção nesse caso, porém, foi que Spruce estava em silêncio, orando sozinha, sem realizar qualquer atitude notadamente contrária à clínica abortista.

“Você está rezando?”, perguntaram os policiais, no que ela respondeu: “Posso estar orando em minha cabeça”. Apesar da sua postura evidentemente pacífica e respeitosa, a mulher acabou sendo revistada e levada presa para uma delegacia, onde recebeu uma acusação formal.

“Nenhum cidadão deve ser criminalizado por atividade legítima e pacífica, mesmo por oração. O caso de Isabel demonstra até onde o estado pode ir se não protegermos vigilantemente os direitos e liberdades fundamentais”, disse Lois McLatchie, oficial de comunicações escocesa da Alliance Defending Freedom (ADF) no país.

Censura aos cristãos

Para Lois, a lei que proíbe qualquer manifestação em frente a clínicas de aborto promove a censura aos cristãos, uma vez que impede que eles expressem suas opiniões livremente, mesmo em áreas fora das unidades de saúde, como foi o caso de Spruce.

“Os políticos em Westminster e Holyrood devem tomar nota enquanto consideram a implementação desta medida de censura em todo o país – se realmente valorizamos as liberdades civis e os direitos fundamentais, deveria ser inadmissível que a lei permita uma repetição da experiência de Isabel, muito menos endossada por nossos representantes eleitos”, diz o oficial.

Por meio das redes sociais, a Alliance Defending Freedom divulgou imagens do momento em que a mulher cristã foi presa. Internautas também criticaram a abordagem policial a uma pessoa que estava em silêncio, segundo o Daily Signa 

https://noticias.gospelmais.com.br/

segunda-feira, 2 de maio de 2022

Bíblia dos pecadores' que incentiva adultério é achada na Nova Zelândia Há 1 h Seguir Exibir Perfil Comentários | 4 SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Uma universidade da Nova Zelândia anunciou ter encontrado um raríssimo exemplar da Bíblia que ficou famoso por conter um dos erros mais graves da história editorial.

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Uma universidade da Nova Zelândia anunciou ter encontrado um raríssimo exemplar da Bíblia que ficou famoso por conter um dos erros mais graves da história editorial.

Lançada na Inglaterra em 1631, a "Bíblia perversa" ou "Bíblia dos pecadores", como ficou conhecida, omitiu a palavra "não" de um dos Dez Mandamentos, que acabou saindo como "Cometerás adultério".

Responsável pela edição, Robert Barker, impressor do rei inglês Charles 1º, foi multado e perdeu sua licença profissional.

"Por que ele omitiu o importantíssimo 'não' permanece uma questão de debate. Foi uma piada? Foi sabotagem de um rival? O que é certo é que Barker foi multado em uma quantia astronômica, e muito poucas cópias de sua chamada "Bíblia Perversa" sobreviveram", diz um texto da universidade de Canterbury na cidade neozelandesa de Christchurch, responsável pela descoberta do livro.

Segundo o jornal britânico The Guardian, foram impressas mil cópias da Bíblia com o erro, descoberto apenas um ano depois, e quase todas foram destruídas -cerca de 20 continuaram em circulação.

Newsletter Lá fora Receba no seu email uma seleção semanal com o que de mais importante aconteceu no mundo; aberta para não assinantes. *** Os outros exemplares conhecidos foram encontrados todos no Hemisfério Norte, especialmente no Reino Unido. Em novembro de 2015, uma cópia dessa edição da Bíblia foi a leilão na Inglaterra por dezenas de milhares de libras.

Especialista em conservação de papéis e livros, a historiadora neozelandesa Sarah Askey foi responsável pela restauração da "Bíblia perversa" de Christchurch, que também foi digitalizada.

Nesta quarta-feira (4), Askey e outros colegas da universidade de Canterbury falarão sobre a história do exemplar.

terça-feira, 19 de abril de 2022

Procedimentos trans para crianças são ‘necessários’, afirma porta-voz de Biden

O governo do presidente americano, Joe Biden, está se esforçando ao máximo para garantir que medidas oriundas da ideologia de gênero, como a chamada “mudança de sexo”, sejam implementadas entre o público infantil. Para tal, representantes do Executivo têm feito declarações contrárias à iniciativa de alguns estados contra essas iniciativas.

A secretária de imprensa da Casa Branca, por exemplo, Jen Psaki, afirmou que as “crianças transgêneros” devem ter o direito de receber o que chamou de “cuidados de saúde”, em referência aos procedimentos cirúrgicos e hormonais que visam, supostamente, adequar o corpo ao sexo psicológico da pessoa trans.

“Todas as principais associações médicas concordam que os cuidados de saúde de afirmação de gênero para crianças transgêneros são uma prática recomendada e potencialmente salvadora de vidas”, declarou Psaki.

A fala da secretária foi uma reação a um projeto de lei aprovado no estado do Alabama, onde passou a ser crime prescrever bloqueadores de puberdade para menores de 19 anos. Quem violar esta lei poderá ser condenado a uma pena de 10 anos de prisão.

Além dos procedimentos médicos, a lei também proíbe “instrução em sala de aula ou discussão sobre orientação sexual ou identidade de gênero” nas escolas do estado. Se trata, portanto, de uma medida que visa proteger a saúde mental dos menores contra o ativismo sexual.

Diferentemente do que disse a secretária da Casa Branca, não há consenso algum sobre as medidas de “transição sexual” como um benefício para crianças transgênero. Pelo contrário, há muita controvérsia até mesmo entre o público LGBT+.

Scott Newgent, um “homem trans” que atualmente luta contra o ativismo de gênero, afirma categoricamente, por exemplo, que não existem crianças transexuais. “Não existe criança trans! Você se torna trans com hormônio e cirurgia, é cirurgia plástica. Disforia de gênero é uma doença mental!”, disse o ativista em um artigo para a NewsWeek.

O patrulhamento ideológico contra críticos do ativismo de gênero, contudo, parece estar mais forte do que nunca. Não por acaso, a conta de Scott no Twitter foi suspensa após os seus inúmeros alertas.

A Stand for America, uma organização conservadora fundada por Nikki Haley, também criticou a forma como o governo Biden vem se dedicando à promoção da ideologia de gênero entre as crianças.

“É absurdo que o governo Biden esteja focado em cirurgias de gênero financiadas pelos contribuintes em crianças. Entre a inflação, a perda de educação do COVID e a fronteira, Biden deveria se concentrar nas questões que prejudicam as famílias americanas – não em uma agenda acordada”, anunciou a entidade, segundo a CBN News.
Agenda da morte

Não é só a promoção da ideologia de gênero que Joe Biden vem defendendo. A legalização do aborto até o nascimento também é outra pauta da sua administração. Para o atual governo americano, bebês podem ser mortos no útero materno até o último mês de gestação.

Em outras palavras, quanto os bebês não apenas já estão completamente formados, como também já são capazes de reagir aos estímulos externos, como as vozes do pai e da mãe, reconhecendo os seus progenitores.

“A Lei de Proteção à Saúde da Mulher foi projetada para remover todas as proteções legais para crianças não nascidas nos níveis federal e estadual”, disse Carol Tobias, presidente do National Right to Life (NRLC). https://noticias.gospelmais.com.br/

sexta-feira, 15 de abril de 2022

Transhumanismo: Vacinas com grafeno e 5G podem controlar a mente das pessoas?

A Comissão Europeia está na vanguarda do financiamento de projetos e iniciativas que envolvem a utilização de grafeno e criou o Graphene Flagship a este respeito. Pesquisadores de parceiros do Graphene Flagship como SISSA na Itália, ICN2 na Espanha e a Universidade de Manchester no Reino Unido descobriram que injetar grafeno em regiões específicas do cérebro desativa os neurônios responsáveis ​​pelo comportamento ansioso.

Este material possui uma característica específica. Serve para controlar o comportamento das pessoas e torná-las fantoches completos. O propósito da Grande Reinicialização é político, mas acima de tudo espiritual.

O verdadeiro propósito do transhumanismo é destruir a humanidade e despojá-la de seu livre arbítrio para reduzi-la a gados humanos comandados por um computador. As vacinas de grafeno foram projetadas especificamente para isso. Para transformar a criação de Deus em zumbis nas mãos da satânica cabala globalista. Leia neste artigo o que o grafeno pode fazer. 


Esses dois caras estão falando sobre o grafeno e suas aplicações práticas. Um mostra ao outro uma tattoo de grafeno em seu pulso. Esse grafeno contém circuitos eletrônicos que enviam sinais sobre as funções corporais do usuário. O grafeno também é usado para isso. Para controlar e manipular as funções vitais de uma pessoa. Não há “conspiração”. Está tudo diante de nossos olhos. Só precisamos abri-los para podermos ver.

Veja no link um pedido de patente em chinês para uma vacina recombinante para Covid-19 que usa ÓXIDO DE GRAFENO como transportador. 

Aí os tais “verificadores de fatos” e a mídia pro$$$tituta vem dizer que vacinas com grafeno é “fake news” e “teoria da conspiração”. Veja a pesquisa abaixo, é tudo “teoria da conspiração”:

O presidente do Chile, Sebastian Piñera, fala sobre a instalação do 5G em seu país: “as máquinas podem controlar nossos pensamentos e também inserir novos pensamentos”. Piñera nos disse claramente que 5G é uma tecnologia destinada a controlar a mente das pessoas.

5G vai transformar humanos em autômatos controlados pelo sistema. 5G é a arma final da cabala globalista para arrastar a humanidade para o transumanismo da satânica Nova Ordem Mundial. Entendeu agora porque colocaram óxido de grafeno nas vacinas?
O vídeo abaixo não é uma brincadeira. Alguém baixou o aplicativo “Microscópio” de seu celular e fez o teste nas máscaras descartáveis “Made da China”. Dá ara ver fibras negras “animadas” se movendo. Sobre o que é isso? São fibras de nanorobô ou alguma outra coisa? O que quer que sejam, não deveriam estar lá.

Estas são as máscaras que foram autorizadas para distribuição pelos governos. Para entender melhor o que são, seria necessária uma análise laboratorial como a dos médicos Delgado e Sevillano que descobriram a presença do óxido de grafeno nas vacinas. O que experimentamos e estamos experimentando é o maior ataque à saúde pública da história e não foi a Covid que o causou. Foram os governos mundiais nas mãos da máfia globalista.

Veja a capa da The Economist, a revista dos banqueiros Rothschilds, publicada em 2002. Já naquela época eles estavam falando abertamente sobre a possibilidade de colocar implantes cerebrais (microchips) no cérebro de uma pessoa para poder controlar seu comportamento.
O controle do pensamento é a chave para tudo. Somente através do domínio das mentes será possível chegar à Nova Ordem Mundial. Na ditadura socialista global, não haverá mais pessoas com livre arbítrio. Haverá apenas robôs controlados pelo sistema. Vacinas com grafeno e tecnologia 5G estão sendo impostas pelos globalistas para controle da mente. Achou mesmo que as tais “autoridades” e “especialistas” estão preocupados em “salvar vidas”?


G-Immunomics faz parte do Joint Tranlastional Call, uma iniciativa que faz referência ao Graphene Flagship, um projeto financiado pela União Europeia. A UE financiou nos últimos anos projetos com o objetivo de incluir o grafeno em várias terapias médicas. Porém, havia um grande problema a esse respeito. Nosso sistema imunológico tende a rejeitar corpos estranhos, como o grafeno.

No entanto, a G-Immunomics parece ter encontrado a solução. Em 2018, eles publicaram um artigo afirmando que “equipamentos biomédicos feitos de grafeno e materiais semelhantes enfrentarão um grande obstáculo, ou seja, nosso sistema imunológico. G-IMMUNOMICS investigou como camuflar o grafeno para evitar a rejeição.“

“Um impacto positivo específico do óxido de grafeno nas células imunológicas pode ser um ótimo ponto de partida para o desenvolvimento de plataformas biomédicas baseadas neste material, como novas imunoterapias, portadores de vacinas e nanopartículas,”


Você entendeu? Ele disse claramente que o óxido de grafeno pode ser colocado em vacinas. Eles estudaram essa tecnologia por anos e, finalmente, encontraram a maneira de colocá-la em nossos corpos. Eles vêm planejando tudo isso há anos para conseguir controlar nossos corpos e tiveram sucesso por meio da histérica “campanha de vacinação” da Covid.

O verdadeiro objetivo dessa campanha de vacinação é reduzir a população mundial e ter controle de todos os que se vacinam. Esta campanha de vacinação é o maior crime contra a humanidade que já foi concebido. Saiba mais no link abaixo:

A Universidade de Almeria na Espanha confirmou a validade dos resultados do Dr. Ricardo Delgado. O fenômeno do magnetismo desenvolvido pelas pessoas vacinadas se deve principalmente à presença de óxido de grafeno. Pessoas que foram vacinadas se tornaram essencialmente condutores. Eles podem transmitir e receber sinais. Veja no link abaixo:


É por isso que o Bluetooth do smartphone detecta frequentemente sinais que vêm do corpo do vacinado como mostra esse vídeo da Argentina.

 Por meio dessa tecnologia, a cabala globalista consegue monitorar remotamente seu “gado humano”. O grafeno é extremamente tóxico e é capaz de danificar gravemente nosso sistema imunológico. Muitas pessoas morreram e ainda outras morrerão por causa das vacinas da Covid. Leia a matéria completa no link abaixo:

Foi descoberto óxido de grafeno nas vacinas, o que torna o vacinado uma espécie de condutor

No programa nº 63 da La Quinta Columna, o bioestatístico Ricardo Delgado e o Dr. Josè Luis Sevillano compartilharam uma descoberta desconcertante. Eles provavelmente identificaram a causa do magnetismo das “vacinas” do Covid. Depois de analisar o conteúdo dos frascos da vacina sob um microscópio, eles descobriram que há óxido de grafeno nas vacinas. Isso … Continue lendo
Foi descoberto óxido de grafeno nas vacinas, o que torna o vacinado uma espécie de condutor

quarta-feira, 2 de março de 2022

Israel apoiará resolução da ONU condenando a Rússia

                                 Israel teme aumento de inimigos na Síria, apoiada pela Rússia
Conselho das Nações Unidas (Foto: Seth Wenig/AP)
Israel anunciou que votará a favor de uma resolução das Nações Unidas denunciando a Rússia por sua invasão contra a Ucrânia.

Embora o governo israelense tente equilibrar suas relações coma Ucrânia e a Rússia, o ministro de Relações Exteriores do país, Yair Lapid, entende que trata-se de uma obrigação moral condenar Moscou.

“Israel esteve e estará do lado certo da história, esses são nossos valores”, disse Lapid na segunda-feira.

A expectativa é que a resolução seja aprovada com apoio da grande maioria, embora Israel tenha se recusado a aprovar uma medida semelhante no Conselho de Segurança da ONU na semana passada.

Lapid disse que os EUA “foram e serão” seu principal aliado, “mas nossos parceiros americanos também entendem que há dois pontos que exigem que sejamos cuidadosos e discretos”.

Nos últimos anos o papel da Rússia no Oriente Médio tem crescido, apoiando o ditador Bashar al-Assad na Síria.

Além disso, a Rússia permite ações de Israel contra grupos de milícias do Irã na Síria, embora o regime islâmico também tenha certo apoio de Moscou.

O temor de Israel é que perdendo o apoio da Rússia haja um aumento das forças inimigas na fronteira norte do país.

Por outro lado, Israel tem fortes laços culturais com a Ucrânia, que é o único país fora de Israel com um presidente judeu.

Ambos os países têm populações judaicas significativas também.

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